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Conheça o mundo Niepoort e todos os seus vinhos feitos com extremo rigor e dedicação. Conheça a paixão de uma família pelo mundo do vinho. Dirk van der Niepoort é a quinta geração de uma família dedicada ao vinho do Porto, aos vinhos do Douro e, mais recentemente, aos da Bairrada e do Dão.

O seu respeito e fascínio pelos diferentes terroirs do Douro (xisto), da Bairrada (calcário) e do Dão (granito), aliados à sua curiosidade na busca de novos vinhos com personalidade, tem sido o mote das três últimas décadas da Empresa.

A compra de Quintas e vinhedos na região do Douro em 1987 foi um passo importante para o Vinho do Porto e o primeiro passo para a criação dos vinhos do Douro. Seguiu-se, em 2012, a aquisição da Quinta de Baixo, na Bairrada, região difícil, mas com potencial para ser o berço de vinhos elegantes, finos e cheios de carácter.  O triângulo vitivinícola fica completo em 2013 com a  compra da  Quinta da Lomba com vinhas muito velhas, na zona do Dão.

O Redoma Branco é proveniente de vinhas velhas plantadas entre os 400 e os 800 metros de altitude, o que permite uma maturação lenta e equilibrada, essencial para produzir um fresco complexo e harmonioso. A sua fermentação ocorre em barricas de carvalho francês e o estágio é feito na presença das borras finas. O resultado final é um vinho expressivo, com boa intensidade, frescura e mineralidade, encontrando-se a madeira muito bem integrada. O Redoma Branco transmite muita frescura e elegância, tentando assim expressar o carácter das vinhas velhas do Douro com final longo e complexo.

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O Tiara é um vinho de grande frescura, pouco comum na região do Douro, proveniente de vinhas muito velhas e plantadas a mais de 600 metros de altitude.

É um vinho branco com boa acidez, onde predominam as notas minerais e de fruta fresca, com grande intensidade e um bom potencial de envelhecimento. A sua fermentação lenta, que se pode estender até 5 meses, permite conservar toda a complexidade das vinhas velhas onde predomina a casta “Códega do Larinho”. De grande complexidade aromática, o Tiara conjuga a concentração das vinhas velhas com uma acidez fresca e mineral que lhe prolonga a prova.

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Proveniente de vinhas velhas, o Redoma Reserva Branco é elaborado a partir de várias castas, sendo as mais importantes a Rabigato, Códega, Donzelinho, Viosinho e Arinto. Estas vinhas estão plantadas a grande altitude, entre os 400 e os 800 metros, na margem direita do rio Douro, o que permite obter vinhos com bons teores de acidez e grande vivacidade, com a concentração e intensidade das vinhas velhas mas sem que sejam gordos ou demasiado pesados.

O vinho fermenta e estagia em barricas de carvalho francês, é fresco e elegante, mostrando na boca uma acidez vibrante com grande volume e intensidade, frutado, complexo, com notas minerais e a madeira muito bem integrada. Termina longo e persistente com grande potencial de envelhecimento.

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Esta é a primeira edição de um vinho que tenta ir mais além na expressão da vinha, do local e da região de onde provém. Durante vários anos tentou-se fazer um branco com maloláctica, onde se pudesse prolongar o estágio, tanto em barrica como em inox. Mas o Douro é uma região quente, mesmo nas zonas mais altas e na maior parte dos anos não se conseguiu ter acidez suficiente para o fazer.

Neste vinho, o solo de micaxisto contribui com mineralidade e frescura. O envelhecimento prolongado dá-lhe estabilidade e o tempo em cuba antes do engarrafamento integra melhor todos os elementos, tornando o vinho mais compacto e vivo.

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A Niepoort lançou o seu primeiro rosé em 1999 e cada vez mais os vinhos rosés suscitam grandes paixões, sendo esta uma das razões por que Dirk Niepoort persiste em fazer o seu Redoma: um rosé do Douro com um carácter muito próprio. Contrariamente ao típico processo de vinificação do rosé, o Redoma Rosé é fermentado em barricas novas de carvalho francês depois de ser obtido o mosto de gota. Muito vivo e elegante no nariz, com fruta vermelha e especiarias, com tosta de madeira muito bem integrada. Grande frescura e comprimento, com volume e boa estrutura, mostrando bem a complexidade de vinhedos mais velhos. Sem dúvida, um rosé com muitos atributos para a boa mesa.

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O Vertente é um vinho apelativo, no caminho da elegância e complexidade, casando a fruta e concentração dos vinhos do Douro com a frescura e elegância dos vinhos Niepoort. As uvas são provenientes da Quinta de Nápoles, vinha com cerca de 20 anos no vale do Tedo, e de vinhas velhas próximas do Pinhão.

Na boca é equilibrado, com grande frescura; mostra-se muito apelativo, com fruta muito fina e elegante, taninos suaves presentes, com final muito persistente e intenso. É um vinho fresco, muito mineral e expressivo, cor rubi carregada e notas de frutos vermelhos. O Vertente conjuga poder e elegância, o que contribui para um bom potencial de envelhecimento.

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2010 é a primeira colheita deste vinho, que é feito apenas com uvas das nossas vinhas da Quinta de Nápoles, onde praticamos viticultura biológica e que se encontra em fase de certificação. Utilizaram-se as vinhas mais jovens, com cerca de 20 anos, e a intenção foi de intervir menos do que é habitual em todo o processo de vinificação. O estágio foi feito em tonéis de madeira velha recuperada, de tonéis de vinho do Porto, e o objectivo foi obter um vinho mais puro, sem influência da madeira, mas com taninos firmes e elegantes.

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O Redoma foi o primeiro vinho tinto da Niepoort, apresentado pela primeira vez em 1991. É como o Douro, «com grande carácter e personalidade». O Redoma Tinto é produzido a partir de diversas vinhas, na região do Cima Corgo, com mais de 60 anos, maioritariamente viradas a Norte, onde as diferentes castas estão plantadas na mesma vinha, tal como era comum na região e onde predominam a Tinta Amarela, Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz, e Tinto Cão. Cheio e concentrado, de taninos presentes mas polidos, combina a austeridade e autenticidade de um Douro com o seu carácter terroso e balsâmico próprio do seu terroir, com a frescura característica dos vinhos da Niepoort. Na boca é vivo e elegante com estrutura muito bem definida, longo e complexo, conjugando concentração e frescura com grande harmonia. Termina muito persistente e possui um grande potencial de envelhecimento.

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O Batuta não é um vinho feito todos os anos. A base deste vinho é a vinha do Carril, com mais de 70 anos, e também outras vinhas velhas (com cerca de 100 anos), próximo da Quinta de Nápoles. Este vinho resulta de uma criteriosa selecção na vinha e na mesa de escolha da adega, e de uma vinificação delicada com macerações levadas ao limite, onde todos os detalhes são levados em conta para que se obtenha um vinho complexo, fino e elegante. O vinho estagia em barricas de carvalho francês por um período de 20 a 22 meses, apresentando cor intensa e carregada, com grande intensidade e complexidade aromática. Na boca, tem grande amplitude e precisão, é austero, com fruta preta discreta, muito focado na mineralidade, apresenta uma grande estrutura com taninos de veludo e uma frescura sedutora. Tudo conjugado num final longo e muito persistente, para uma vida longa em garrafa e um grande potencial de envelhecimento.

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Charme é um vinho raro do Douro. A sua elegância e complexidade, os seus taninos envolventes, macios e maduros são uma forma única de expressar as vinhas muito antigas, mais frescas e abrigadas de Vale de Mendiz, em pleno vale do rio Pinhão no coração do Douro. O Charme inicia a fermentação em lagares de pedra tradicionais com 100% de engaço e termina em barricas de carvalho francês, estagiando por um período de 16 meses. Apenas as melhores barricas são consideradas aquando da elaboração do lote final. Um vinho fresco, de grande elegância, mostrando cor aberta, grande complexidade aromática. Na boca é longo, com taninos muito aveludados a contribuírem para uma boa estrutura, com notas minerais a envolverem os frutos vermelhos frescos, num conjunto muito longo e rico de grande intensidade e persistência.

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O nome Robustus presta tributo ao primeiro vinho de Dirk Niepoort feito em 1990 com o mesmo nome e que nunca foi comercializado. A inspiração do Robustus 2004 baseia-se essencialmente em grandes vinhos tradicionais italianos nos quais o estágio prolongado em madeira velha é utilizado para suavizar os taninos presentes. A ideia foi fazer um vinho encorpado, que represente bem o Douro e as suas vinhas, de grande estrutura, taninos presentes e acidez que lhe confira vivacidade e também anos de vida na garrafa. O seu envelhecimento em tonéis durante 4 anos, permite desenvolver um vinho poderoso, baseado na complexidade aromática, nos taninos potentes, mas bem integrados pelo tempo de estágio, e na sua grande acidez e capacidade de guarda.

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Concretizando um sonho de Dirk Niepoort , o Turris, é um vinho feito a partir de uma vinha muito antiga, expressando todos os pequenos detalhes da Natureza, do terroir. Esta vinha velha, muito velha, sem qualquer condução, perdida no meio dos vales do Douro, é uma dádiva dos nossos antepassados. Virada a Sul, no Cima Corgo, com mais de 130 anos é das vinhas do Douro mais velhas que conhecemos. O vinho foi engarrafado cedo, de forma a manter a frescura, a mineralidade, a juventude e a pureza aromática antecipando um bom evelhecimento em garrafa.

À parte de ser um vinho ímpar, cada garrafa é única, uma vez que o rótulo foi trabalhado individualmente pelo artista plástico João Noutel. As magnum e double magnum têm ainda a particularidade de ter a assinatura de todos os colaboradores da Niepoort.

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O sonho de produzir vinhos no Dão começou em 2012. Desde então fomos procurando parcelas, algumas de vinhas muito velhas, que expressassem o carácter único desta região, onde o micro-clima serrano e os solos de granito sempre ofereceram vinhos genuínos. Na primeira edição do Dão Rótulo conseguimos um vinho fresco, leve, mas autêntico.

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